Peça um favor
Que me leve a eternidade
Mas – OH! – não espere
Não espere, de verdade
Qu’é melhor surpresa
A uma casualidade.
(O poema acima foi meio escrito em novembro de 2009 e meio em janeiro de 2010. Alterna redondilhas menores a maiores, mas isso não foi exatamente proposital. Foi feita uma terceira estrofe, com oito versos, que não ficou tão boa e por isso foi excluída do texto final.)

