Parágrafos aleatórios, aguardando coesão… Não deixam de ser interessantes, a seu modo:
Algo no farol dos carros, tão tentador, tão inebriante. As luzes artificiais e melancólicas da cidade em seu rosto maliciosamente (talvez melhor dizer malevolamente) sorridente. A sedução conscientemente permitida, simplesmente para que fosse rejeitada; o prazer conferido pela posse do poder, em seu abuso… Respiração peitoral pausada, batimento cardíaco forte e lento, desejos tirânicos passados adiante por sinapses aceleradas.
Então a baforada de diesel comburido, dos resíduos de monóxido de carbono saídos do escapamento do ônibus… Um “sopro” de anti-realidade. Atravessou a rua. Acordou de sua realidade subjetiva para o sonho do cotidiano.
Ao som de Santigold.


Visito seu blog constantemente, adoro os seus textos, gosto da maneira como descreve os sentimentos ou uma cena. Gostei muito desse último post, tem algo de Drummond!
Bjus
É bom saber que tenho leitores frequentes. Putz, valeu mesmo pela comparação com o Drummond! A gente tenta fazer o melhor que pode, né?
Beijos